2011 — 2026
O Congresso
O Congresso Municipal sobre Envelhecimento Ativo de São Paulo foi estabelecido em 2011, fruto da iniciativa estratégica do médico e então vereador Gilberto Natalini.
O evento inaugural, realizado na Câmara Municipal, foi articulado em parceria com a Coordenadoria do Idoso e o Grande Conselho Municipal do Idoso (GCMI), consolidando uma rede de cooperação entre o poder legislativo, o executivo e a sociedade civil.
Desde sua gênese, o congresso reuniu mais de 50 entidades parceiras, evoluindo de um formato bienal para anual a partir de 2022, quando passou a integrar grandes fóruns de longevidade para ampliar seu alcance e capilaridade na cidade.
A principal razão para a criação deste fórum foi a necessidade urgente de preparar a metrópole paulistana para uma transição demográfica sem precedentes, dado que a população idosa cresce em ritmo acelerado e deve representar 30% do total de habitantes em 2050.
Baseado nas diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), o congresso busca promover o conceito de "envelhecimento ativo", que vai além da saúde física para otimizar oportunidades de participação social e segurança. O objetivo central é transformar São Paulo em uma "Cidade Amiga do Idoso", debatendo de forma transversal temas como acessibilidade urbana, mobilidade, empregabilidade 50+, inclusão digital e, mais recentemente, o impacto das mudanças climáticas na saúde sênior.
Ao longo de suas edições, o congresso consolidou-se como o principal laboratório de governança da longevidade no Brasil, gerando legados práticos como a formulação de leis municipais (ex: Lei 14.905/2008) e o fortalecimento de programas como o Acompanhante de Idosos (PAI).
A Jornada da Evolução
Conheça os marcos e conquistas que moldaram os 15 anos do Congresso Envelhecimento Ativo, transformando o debate sobre a longevidade em legado.